Mostrando postagens com marcador aborto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aborto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Gravidez X Adolescência

Adolescência - fase de autoconhecimento, de testar/desafiar limites, ver "até qto eu posso ir? o q vai me acontecer se eu for mais longe?" E associada a tal curiosidade, ocorre o desafio: muitas vezes, até sei q devo me prevenir nas relações se não quizer engravidar, como pelo método Billings, a fim de evitar a gravidez precoce ou num momento em que não a desejo, entretanto o desafio, os hormônios, e a irresponsabilidade - “vou fazer o q quero, depois vejo como é q fica” - fala mais alto, me levando a tomar uma postura de não proteção. E é aí q mais facilmente posso engravidar.
Unida a um susto inicial, vem a vergonha e posterior culpa, não exatamente por estar grávida, mas pelo fato de ter tido relações sexuais tão precocemente, ou por ter traído a confiança nela depositada, ou por que não teve apoio do namorado, ou por outros tantos motivos.
 
Porque o adolescente inicia tão cedo sua vida sexual?
Podemos nos referir a algumas fatias de possibilidades, mas não a todas; há vida sexual acontecendo desde os 8 - 9 anos de idade: a “normalidade” sexual imposta pela mídia, os apelos sexuais, as mulheres e os homens, cujos corpos esculturais usados para todo tipo de comerciais; os adolescentes meninos tentando entrar no hall dos homens, enquanto as meninas no das mulheres; querer ser “popular”, ser “livre”, aceito, ser pertenço a um grupo.
Ainda hoje há pais que levam seus filhos para iniciação da vida sexual a uma prostituta, incentivam-no a terem relações com elas. Não sabem, ou esquecem-se que a relação sexual une o casal num só, e tal união trará consequências graves para as gerações presente e futuras.
Há pais que não tiveram orientação quanto a vida sexual conjugal e têm vergonha de falar sobre sexo, até sobre "beijar" com seus filhos, daí a presença do tabu vivo ainda hoje em nosso meio.

A gravidez indesejada:
Grande parte das meninas grávidas nunca teve um orgasmo. Não tiveram orientação sexual, não sabiam realmente que poderiam engravidar ou contrair alguma Doença Sexualmente Transmissível. Sonham com o companheiro/a sempre junto delas/es, sonham num “felizes para sempre”, junto com o namorado/a...até que...ocorre a gravidez.

O susto, o medo, o desamparo, o despreparo, a rejeição por parte do pai da criança, a quem a menina se entregou num selar da confiança nele; às vezes este namorado pode duvidar da conduta da namorada, negar a paternidade, deixa-la sozinha, com sua gravidez. Até a família pode desprezar esta gravidez, seja por que era contra o namoro, seja porque for, e deixar a menina sozinha. Nestas horas surgem os que estavam à espreita: os que oferecem um “aborto seguro” – como se existisse um! – um remédio para expelir este “objeto indesejado” de seu ventre, enfim: sem apoio algum, a adolescente geralmente cede e aborta a vida nela presente.
É crescente o número de abortos na adolescência. Adultos “bonzinhos” associados ou não a pais desinformados levam a jovem a abortar. Políticas públicas objetivando a conscientização dos adolescentes parecem não bastar. O que fazer? O trabalho conjunto entre pais, escola, governo levará a uma conscientização.
 
Como prevenir a gravidez na adolescência:
O diálogo somado à orientação aberta e sincera dos pais é a melhor e mais indicada forma de prevenir gravidezes enquanto não se tem maturidade e nem desejo de ser mãe.
A gravidez precoce afeta o desenvolvimento pessoal dos pais adolescentes, pois têm que abandonar rotinas inerentes à sua idade para assumir um compromisso precoce, o qual muitas vezes não estavam preparados. Eles pulam uma fase da vida, o que poderão querer reparar numa maturidade – é o caso de muitos adultos brincando de namorar menininhas, menininhos, confundindo a liberdade com libertinagem, andando vestidos como adolescentes; homens e mulheres que não querem envelhecer.

Como os pais devem reagir frente aos filhos adolescentes?  O diálogo ainda é o mais indicado  sempre. Se os pais não sabem como orientar seus filhos, ou se numa conversa os filhos perguntam-lhe algo que não sabem responder, devem falar livremente que não sabem e ir atrás da resposta para retornar aos filhos.
Os filhos hão de crescer e iniciar, sem aviso prévio,sua vida sexual.

E na presença de uma gravidez?
Se pensarmos que a vida é gerada a partir do momento em que o óvulo é tocado pelo espermatozóide e se soubermos que naquele exato momento ocorre uma explosão de vida, como fogos festejantes, brilhantes e coloridos e que o ser humano começa existir em meio a este festejo todo, já tendo consciência do que se passa com ele, será que optaríamos pelo aborto? E se ainda tivéssemos consciência de que aquela vida, assim como é a nossa, só poderia existir daquele óvulo e daquele espermatozoide, será que ainda os pais optariam pelo aborto? E se soubessem que muitas depressões profundas do adulto são frutos decorrentes do aborto provocado há tantos anos? E se o impedimento para novos filhos fosse consequência do aborto provocado em sua adolescência?
Hoje tantas ONGs defensoras das mulheres, dos cachorros, da natureza...e a defesa daquele que não possui sequer voz para se defender??Quando um aborto é provocado, o casal já não tem futuro, uma vez que o filho é fruto do amor entre o casal então, se ele não prestou, então o amor entre o casal também não presta.

A falta de informações dos adolescentes chega a um nível alarmante, como uma garota de 15 anos achando que, se usar a camisinha, matará um monte de vidas!!! 
Outra dizendo que ela chegou a sentir o pênis de seu namorado (por cima da roupa) e questiona estar grávida!
Enquanto dúvidas desse naipe existem ainda, salafrários oferecendo "aborto seguro" e medicação proibida para o aborto estão à espreita,aliás, nem tão à espreita,pois oferecem seus serviços via internet!

Anacris Aquino




Parte superior do formulário












quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Aborto

Abortar não é brinquedo: é algo seríssimo que pode nos desestruturar a ponto de causar desequilíbrios mentais, ocasionar doenças psiquiátricas e físicas, destruir o casamento, causar nervosismo, irritações, mudar o comportamento, engordar, deprimir,envelhecer, causar doenças senis, neurológicas...tudo pela culpa que ele nos apresenta. Doenças espirituais podem ser causadas por um aborto. 
Ainda que uma mãe não saiba, não tenha plena consciência de  como está sendo gerada a vida em seu ventre, ao praticar o aborto, está dizendo NÃO à criança, está negando a ela seu direito de tomar posse de seu lugar, de pertencer, de ser reconhecida.
É alto o preço que a mãe abortífera paga...isto é: se é que pode pagar o preço de uma vida!
Pode pesquisar acerca de quantos casamentos perduraram quando aconteceu um aborto provocado por um dos cônjuges. É tão pesado, tão grave que a mãe pode se sentir impedida de passar amor,toque, olhar afetivo aos outros filhos devido o bloqueio-aborto- presente nela.
O grande pecado e a grande culpa  é esta: é o atentar contra sua própria vida, é o apunhalar-se. 
Num tempo em que os "independentes" julgam-se tão isentos de preconceitos, porque razão o aborto? porque não gestar a criança e dá-la viva a outrém?Tal alternativa ainda é a melhor e mais assertiva para todos!
Anacris Aquino